Disfunções sexuais afetam silenciosamente milhares de pessoas que, muitas vezes, demoram a buscar apoio especializado. Em primeiro lugar, é fundamental compreender que essas disfunções não dizem respeito apenas ao corpo físico ou ao desempenho em si, mas envolvem também aspectos emocionais, mentais e até espirituais. Ou seja, são questões complexas que pedem escuta, presença e um olhar integral sobre o ser humano.
Ainda mais importante é reconhecer que esses desafios não são raros. Falta de orgasmo, dor durante a penetração, disfunção erétil, ejaculação precoce ou retardada, ausência de desejo ou desejo exacerbado são manifestações comuns entre homens e mulheres. Entretanto, nem sempre são verbalizadas com facilidade, principalmente por vergonha, medo de julgamento ou desconhecimento sobre o que está acontecendo.

Por que muitas pessoas demoram a buscar ajuda para disfunções sexuais?
A princípio, a maioria das pessoas convive com a dor de uma disfunção sexual durante anos antes de procurar auxílio. Isso acontece, sobretudo, por conta do tabu que ainda envolve a sexualidade. Como resultado, muitos preferem silenciar o incômodo e conviver com ele até que o sofrimento se torne insuportável.
Por outro lado, há aqueles que até reconhecem o problema, mas não sabem a quem recorrer. É comum acreditar que só existe uma abordagem clínica ou medicamentosa possível. No entanto, o processo de cuidado com as disfunções sexuais é muito mais amplo e depende da individualidade de cada história.
O que pode estar por trás das disfunções sexuais?
Em outras palavras, disfunções sexuais não surgem do nada. Elas são respostas do corpo e da psique a algo que precisa ser olhado com profundidade. Sendo assim, é essencial investigar suas possíveis causas — físicas, emocionais, sociais ou culturais.
Por exemplo:
- Crenças morais e religiosas que reprimem o prazer.
- Educação sexual ausente ou punitiva.
- Traumas relacionados ao toque ou à intimidade.
- Abusos físicos, emocionais ou psicológicos, inclusive na infância.
- Falta de informação ou autoconhecimento.
- Relações afetivas desconectadas ou conflituosas.
- Sentimentos de culpa ao viver a sexualidade.
Além disso, é indispensável verificar se há questões médicas envolvidas, como alterações hormonais, doenças crônicas ou uso de medicamentos. Nesse caso, o acompanhamento com profissionais da saúde deve ser o primeiro passo, antes mesmo de iniciar qualquer abordagem complementar.
Como a terapia tântrica pode ajudar nas disfunções sexuais?
A abordagem da terapia corporal tântrica se diferencia por não focar apenas no problema em si, mas na reconexão com o corpo, com as emoções e com o prazer em sua totalidade. Primeiramente, vale destacar que as manobras da massagem tântrica não têm o mesmo objetivo ou ritmo da masturbação tradicional. Justamente por isso, ajudam o corpo a dissociar o prazer de antigos padrões e condicionamentos.
Com isso, novas conexões neurais podem ser criadas, reorganizando a forma como a pessoa sente, interpreta e expressa o prazer. Por exemplo, um corpo que foi reprimido ou traumatizado tende a contrair certos grupos musculares como forma de defesa. Através de toques sutis e conscientes, essas tensões podem ser dissolvidas, permitindo que a sensibilidade natural retorne.
Analogamente a uma terapia da fala, a escuta amorosa é parte fundamental do processo. Ao trazer à tona memórias, bloqueios e emoções adormecidas, o cliente encontra espaço para se expressar sem medo, sem pressa e sem julgamentos. É nessa entrega que as transformações mais profundas costumam acontecer.
Qual o papel da autorresponsabilidade no processo de cura?
Apesar de existirem métodos terapêuticos eficazes, não há fórmula mágica. A cura das disfunções sexuais depende, em grande parte, da entrega e da responsabilidade de quem busca essa mudança. Em contrapartida, quando há dedicação, constância e abertura, o caminho tende a ser muito mais leve e transformador.
Logo, o processo não é apenas técnico, mas também energético e emocional. A pessoa precisa estar disposta a olhar para si, a revisitar crenças e padrões, e, acima de tudo, a se permitir sentir. Mesmo que, inicialmente, o prazer pareça distante, ele está lá — adormecido, mas nunca ausente.
A terapia tântrica pode ressignificar traumas e memórias antigas?
Sim. Um dos grandes diferenciais da terapia tântrica está na sua capacidade de atuar em memórias corporais. Traumas antigos, como abuso, abandono ou rejeição, muitas vezes permanecem registrados em agrupamentos musculares específicos. Isso significa que, mesmo que a mente não lembre, o corpo ainda carrega essa dor.
Nesse cenário, as técnicas tântricas atuam como instrumentos de ressignificação. Com toques conscientes, técnicas de respiração e presença amorosa, é possível desfazer tensões, acessar memórias e liberar emoções que estavam estagnadas. Como resultado, a pessoa reconstrói sua relação com o prazer, agora de forma mais segura, sensível e conectada.
Disfunções sexuais têm solução?
Definitivamente, sim. Embora o caminho seja diferente para cada pessoa, é possível superar disfunções sexuais com acolhimento, persistência e apoio especializado. Mais do que uma questão técnica, trata-se de recuperar a confiança no próprio corpo, reconectar-se com a sensorialidade e compreender que sentir prazer é um direito e uma potência.
Atualmente, muitas pessoas têm encontrado na terapia corporal tântrica um espaço seguro para esse reencontro. Profissionais como Khoji Aman oferecem sessões personalizadas, que respeitam o ritmo e as necessidades de cada um, com uma abordagem integrativa que une massagem, meditação, escuta terapêutica e reeducação sensorial.
Acima de tudo, é preciso lembrar: o corpo não é um inimigo. Ele é um canal de sabedoria. E toda disfunção é, na verdade, um convite — um chamado para voltar para si, com mais presença, amorosidade e consciência.
Em conclusão: o que disfunções sexuais podem ensinar?
Em suma, disfunções sexuais não devem ser tratadas como falhas ou vergonhas, mas como manifestações de algo mais profundo que precisa ser escutado. Ao invés de silenciar o sintoma, o convite é para compreender o que ele está tentando comunicar.
Como resultado, pessoas que atravessam esse processo e se permitem mergulhar nessa investigação geralmente saem transformadas: mais conscientes de si, mais conectadas com seus desejos e mais abertas para viver a sexualidade de maneira plena.
Por fim, se você sente que vive alguma disfunção sexual, saiba que não está só. E que existe um caminho possível — um caminho de reconexão, liberdade e prazer. Me chame no Whatsapp e conversamos!
Com formação em Educação Física (UFRGS), especializações em Meditação, Saúde Mental Coletiva e Terapia Cognitiva Sexual (em curso), somadas à Capacitação em Terapêutica Tântrica, ofereço atendimento personalizado e diferenciado. Que consiste em ressignificar o prazer e contribuir para o bem-estar e o equilíbrio. Dessa forma, impactando todas as áreas da vida de meus clientes. Atendimento presencial em Porto Alegre e Caxias do Sul. Entre em contato para agendar sua massagem tântrica.
